Por: Maurício Zanini VERRUGAS O que são verrugas? Verrugas são crescimentos benignos (não cancerosos) causados pela infecção viral da camada mais superficial da pele ou membranas mucosas. Os vírus causadores das verrugas pertencem à família chamada papiloma vírus humano (HPV). O aspecto da verruga irá variar de acordo com o local acometido. As verrugas são, usualmente, da cor da pele e ásperas ao toque mas podem, também, ser escuras, planas e macias. Existem quantos tipos de verrugas? Existem vários diferentes tipos de verrugas incluindo: Verrugas vulgares: usualmente crescem em volta das unhas, nos dedos e no dorso das mãos. Elas são mais comuns nas regiões de pele submetidas a traumas frequentes (por exemplo onde as unhas são aparadas/roídas ou as cutículas retiradas).Verrugas vulgares Verrugas plantares Verrugas planas Verrugas genitais Verrugas plantares: ocorrem principalmente na sola dos pés. Quando as verrugas plantares crescem agrupando-se elas são chamadas de verrugas em mosaico. A maioria das verrugas plantares não forma saliência na sola dos pés como as verrugas vulgares, pois a pressão exercida ao caminhar as tornam achatadas empurrando-as para dentro da pele. Essas verrugas, geralmente, apresentam pontos enegrecidos que representam vasos sanguíneos responsáveis por sua nutrição. As verrugas plantares têm uma "má reputação" pois podem causar dor muito intensa semelhante à sensação de pedras no sapato. Verrugas planas: são menores e mais macias que os demais tipos de verrugas. Elas tendem a crescer em grande número - 20 a 100 ao mesmo tempo. Elas podem ocorrer em qualquer região do corpo, mas em crianças são mais comumente encontradas na face. Nos adultos são, geralmente, encontradas nas regiões da face cobertas por barbas em homens e nas pernas em mulheres. A irritação da pele devido ao ato de raspar pelos com lâminas pode contribuir com o fato destas verrugas serem mais freqüentes nas regiões já citadas. Verrugas genitais: também conhecidas como condilomas, tornaram-se comuns e problemáticas para a população adulta mundial. Elas tendem a ser pequenas e planas mas podem, também ,se apresentar como lesões delgadas e exuberantes. Elas são macias ao invés de ásperas ou escamosas como outros tipos de verrugas. Podem ocorrer na genitália, dentro da vagina, no colo do útero (cérvix), na região perianal (ao redor do ânus) ou no reto. Os vírus que causam verrugas genitais raramente as causam nas mãos ou pés, mas podem ocasionar verrugas na região oral (boca). Parece existir relação entre verruga genital e câncer da mesma área acometida. Como se adquire as verrugas? Provavelmente as verrugas são transmitidas diretamente de pessoa a pessoa, mas pode haver transmissão indireta. O tempo compreendido entre o primeiro contato com o agente causal (HPV) e o desenvolvimento de lesões visíveis a olho nu parece ser de alguns meses. O risco de contrair verrugas vulgares, plantares e planas é pequeno, enquanto as verrugas genitais parecem ser mais contagiosas. É muito importante usar métodos preventivos que impeçam ou, ao menos, minimizem a transmissão de verrugas genitais entre parceiros sexuais (por exemplo o uso de preservativos como a "camisinha"). Porque algumas pessoas têm verrugas e outras não? Algumas pessoas desenvolvem verrugas dependendo da frequência a que se expõem ao vírus. Ocorrem mais facilmente caso a pele tenha sido, de alguma forma, danificada, o que explica a grande frequência de verrugas nas crianças que roem unhas ou ferem suas cutículas. Algumas pessoas são mais propensas a contrair o vírus (HPV) que outras, da mesma forma que algumas se resfriam ou gripam mais facilmente que outras. Pessoas com sistema imune frágil ou debilitado são mais propensas a se contaminarem com HPV. As verrugas necessitam de tratamento? Nas crianças, as verrugas geralmente desaparecem espontaneamente sem a necessidade de tratamentos após o período de alguns meses ou anos. Entretanto, já que as verrugas podem se disseminar para outras pessoas ou para outras regiões do corpo, é uma atitude sensata a de se tratar crianças, principalmente aquelas cujas verrugas são preocupantes, inconvenientes ou dolorosas. Já nos adultos, as verrugas não costumam desaparecer tão fácil ou rapidamente quanto nas crianças. Há uma maior chance de se desenvolver câncer de pele nas regiões onde se encontram verrugas genitais instaladas há longa data. Mulheres portadoras de verrugas genitais têm, também, chance aumentada de desenvolver câncer de colo do útero. Por essas razões, todos os adultos com verrugas genitais devem ser submetidos a tratamento. E as mulheres devem realizar rotineiramente o exame citológico (PAPANICOLAU) mesmo após o tratamento das verrugas. Como os dermatologistas tratam as verrugas? Dermatologistas são aptos a usar uma grande variedade de tratamentos dependendo da idade e do tipo de verruga do paciente. Verrugas vulgares em crianças podem ser tratadas no próprio domicílio por seus pais ou responsáveis através da aplicação diária de ácido salicílico em baixas concentrações. Para se obter resultado favorável podem ser necessárias algumas semanas de tratamento, apesar de ser comum a ocorrência de pequeno desconforto. O tratamento poderá ser interrompido caso as verrugas se transformem em feridas dolorosas. Aplicação semanal (no consultório do dermatologista) de cantaridina leva à formação de uma bolha sob a verruga. O dermatologista retira, então, a porção morta da verruga que se encontra no cume da bolha dentro de cerca de uma semana. Para adultos ou crianças com mais idade a crioterapia (congelação) é um dos tratamentos de escolha. Este não é muito doloroso e raramente causa cicatrizes. No entanto, pode ser necessário repetir o tratamento num intervalo de uma a três semanas. Eletrocirurgia (queima) é uma outra boa alternativa pois remove a verruga em uma única sessão realizada no próprio consultório. Entretanto, cicatrizes e dor ocorrem mais comumente associadas a esse tipo de tratamento que em relação à crioterapia. Verrugas plantares são difíceis de serem tratadas pois localizam-se abaixo da superfície da pele. Tratamentos incluem aplicação de adesivos contendo ácido salicílico e outras substâncias químicas ou tratamentos cirúrgicos (cirurgia a laser, eletrocirurgia ou excisão). O dermatologista irá recomendar mudanças no tipo de calçados para reduzir a pressão sobre a verruga. Verrugas planas são geralmente muito numerosas para serem tratadas com os métodos citados anteriormente. Sendo assim, métodos que promovam a descamação da pele, como a aplicação diária de ácido salicílico ou outros produtos com o mesmo fim são usualmente recomendados. Para alguns adultos, tratamentos ambulatoriais periódicos são também recomendados. Verrugas genitais são as mais difíceis de serem tratadas. Em primeiro lugar é importante que todas as verrugas sejam localizadas. Desta forma, pode haver a necessidade de se examinar a vagina e cérvix na mulher e região anal e reto em ambos os sexos. Tratamentos periódicos em consultórios utilizando-se ácidos ou crioterapia podem ser necessários para a eliminação das verrugas visíveis. O dermatologista pode prescrever uma fómula de podofilina que pode ser usada em casa. Quando são persistentes ou em casos de grandes verrugas genitais, o tratamento cirúrgico é a opção. O parceiro sexual da paciente deve ser examinado pelo dermatologista. As verrugas genitais podem ser muito difíceis de serem curadas e, ocasionalmente, os múltiplos tratamentos não garantem sucesso nesta cura. Quais são as outras formas de tratamento para verrugas? Há pelo menos, dois diferentes lasers usados para o tratamento das verrugas. O laser é usado para destruir alguns tipos de verrugas, no entanto é muito mais caro e pode requerer a aplicação de injeção com anestesia local a área tratada. Outro tratamento consiste na injeção, em cada verruga, de droga anticâncer, chamada bleomicina. Este método pode ser doloroso e apresentar outros efeitos. A imunoterapia é também um outro método, cujo objetivo é tentar desenvolver o próprio sistema de defesa do organismo de forma que este rejeite a verruga. Muitos métodos de imunoterapia têm sido usados. Em um deles, faz-se com que o paciente se torne alérgico a um químico que depois é passado sobre a verruga. Uma reação alérgica ocorre em torno desta, resultando no seu desaparecimento. Também pode-se injetar interferon para se estimular a reação imune e causar rejeição da verruga e, consequentemente sua destruição. Eu posso tratar minhas próprias verrugas sem consultar um médico? Existem alguns medicamentos para verrugas que são disponíveis sem que seja necessário a receita médica. No entanto, você pode confundir um outro tipo de lesão ou crescimento da pele com uma verruga e acabar tratando alguma lesão mais séria como uma verruga. Se você tem dúvidas sobre o diagnóstico ou a forma correta de se tratar, você deveria procurar os conselhos do seu dermatologista. E quanto ao uso de hipnose e tratamentos alternativos("medicação popular") para as verrugas? Muitas pessoas, pacientes e médicos, acreditam que remédios e crenças populares e hipnose possam ser efetivos. Já que verrugas, principalmente em crianças podem desaparecer sem qualquer tratamento, é difícil saber se foi o uso destes métodos ou apenas o tempo que levou à cura. Já que verrugas são geralmente « inofensivas », algumas vezes tais tratamentos podem ser eficazes. O tratamento médico pode ser realizado sempre que necessário. E sobre o problemas de verrugas recorrentes? Algumas vezes, parece que novas verrugas vão surgindo tão rapidamente quanto as antigas vão se curando. Isso pode ocorrer, pois as verrugas mais velhas, antes de serem eliminadas, já permitiram que os vírus se espalhassem para a região em torno da mesma. Na realidade, novas verrugas já estão crescendo próximas a original. O melhor meio de limitar este processo é tratar as novas verrugas rapidamente enquanto elas se desenvolvem, permitindo, portanto que elas tenham um tempo muito pequeno de espalharem seus vírus para a pele adjacente. O controle por seu dermatologista pode ajudar a assegurar que o tratamento tenha sido efetivo e completo. Há alguma pesquisa sendo desenvolvida a respeito de verrugas? As pesquisas sempre avançam muito rapidamente. Há um grande interesse nos novos tratamentos, como no desenvolvimento de vacinas ou mesmo em imunidade natural contra verrugas. Nós esperamos que haja uma solução para se evitar o problema das verrugas num futuro não muito distante. Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica IMPORTANTE
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ASPEMED SAÚDE
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Verrugas
Peeling: O que é?
Peeling
Por: Maurício Zanini
O que é?
"Peeling" é um termo da língua inglesa que significa descamar ou descamação. Este termo foi adotado pela Dermatologia para o método terapêutico de esfoliação da pele envelhecida ou doente através de agentes químicos e/ou físicos.
Os 'peelings' são classificados quanto à profundidade em superficial, médio e profundo; cada qual com sua indicação e cuidados inerentes. Os agentes químicos mais freqüentemente usados são o ácido retinóico, ácido salicílico, ácido tricloroacético, solução de Jessner e ácido glicólico. O "peeling" físico é realizado através do lixamento manual ou por meio do aparelho chamado dermoabrasor. O laser também pode ser usado como um "peeling" físico.
Indicações
As principais indicações do "peeling" são a remoção de rugas, cicatrizes e manchas, tratamento do envelhecimento facial e corporal, e de algumas doenças como a queratose actínica e seborréica, xantelasma (manchas amarelas nas pálpebras), etc.
Resultados
O paciente que se submete ao "peeling" terá efeitos colaterais onde a intensidade estará diretamente relacionada com a profundidade da técnica. No "peeling" superficial o paciente freqüentemente cursa com discreta ardência e vermelhidão da pele que dura dois a cinco dias. No "peeling" médio existe a formação de uma crosta enegrecida que se desprende dentro de 3 a sete dias. Discreta ardência local pode ser percebida no primeiro dia. Sensação de pele seca normalmente dura uma semana.
Todo paciente submetido ao "peeling" deve evitar a exposição solar por um período de um a três meses, pois a pele fica mais fina e sensível. O uso de cosméticos e produtos químicos deve ser evitada até a liberação médica.
O procedimento estético sempre deve ter resultados? Esta é uma grande questão aos pacientes e médicos. Contudo, esta difícil dúvida pode ser respondida com critério.
Em primeiro lugar, o paciente, esteja queixando-se de uma doença terminal ou de problema estético, é um ser humano e, sendo assim, não existem regras - a individualidade é superior às leis matemáticas. Cada paciente reage de maneira diferente a procedimentos similares. Por este motivo, a cicatriz de uma cirurgia, realizada por um mesmo cirurgião, pode ser diferente num mesmo paciente ou em casos distintos. Como também, numa pessoa a toxina botulínica dura quatro meses e noutra 8 ou 12 meses.
Em segundo lugar, a medicina estética deve ser encarada como uma ciência onde o médico, conceituado e gabaritado, propõe um determinado tratamento para uma queixa específica. É impossível, e desaconselhável, que o médico estabeleça previamente o resultado final com exatidão. Contudo, numa estabelecida e adequada relação médico-paciente, o profissional médico deve orientar as indicações, contra-indicações e efeitos colaterais do tratamento a ser instituído, bem como explicitar os possíveis resultados.
Por que eu envelheço? O envelhecimento é um processo fisiológico (normal) de todo ser vivo. É um mecanismo que se inicia a partir da formação total do organismo; fase onde o corpo humano está maduro. Corresponde ao adulto jovem, com idade entre 20-22 anos. Este envelhecimento é determinado geneticamente. Existem pessoas onde este processo se faz precoce ou mais tardiamente.
Porém, outros fatores estão envolvidos no envelhecimento, sendo o elemento mais importante o estresse oxidativo (EO). O EO consiste na oxidação dos elementos celulares e teciduais por substâncias chamadas de radicais livres que são produzidas pelo metabolismo normal do organismo. As células morrem e os tecidos começam a não funcionar corretamente.
O EO pode ser potencializado. A alimentação pobre em vegetais, hábito de fumar e de ingerir bebidas alcoólicas freqüentemente, transtornos emocionais e sedentarismo são algumas causas que potencializam o EO. No que tange o envelhecimento da pele, aos elementos acima descritos, soma-se a exposição solar e a perda do estado nutritivo e hídrico cutâneo.
Hoje, a Dermatologia permite várias formas de tratamento para reduzir o envelhecimento cutâneo, bem como eliminar ou atenuar os sinais estabelecidos da idade. Mas, como vocês puderam perceber, uma visão global do paciente é importante para um melhor resultado.
Fonte:
IMPORTANTE
- Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
- As informações disponíveis no site possuem apenas caráter educativo.
Alopecia - Queda de Cabelo
DESCRIÇÃO: Queda de cabelo, calvície ou alopecia é um problema comum em homens e mulheres, mas devido a diferentes razões. Podem ser divididas em vários tipos: Alopécias cicatriciais - queda de cabelo causada por traumatismo, queimaduras químicas ou físicas ou exposição a agentes radioativos usados com finalidade terapêutica. Podem ainda ser devidas a doenças que evoluem para atrofias ou cicatrizes, tais como piodermites, paracoccidioidomicose, leishmaniose, tuberculose, sarcoidose, herpes zoster, linfomas, tumores, líquen plano, esclerodermia, lúpus eritematoso fixo, pseudopelada de Brocq e foliculite descalvante. Alopécia areata - apresenta-se como áreas sem cabelo, arredondadas ou ovalares de tamanhos variados, únicas ou múltiplas, isoladas ou confluídas, sem alteração da pele, a não ser discreta hipotonia. Podem ocorrer no couro cabeludo e/ou em outras regiões pilosas. Em alguns casos, evolui para perda total dos cabelos. Alopécias mecânicas - Quando a queda de cabelo é devido a fatores físicos sobre o couro cabeludo, o tratamento é procurar afastar as causas. Em casos antigos, nos quais a ação traumatizante se fez por longo tempo, a alopécia pode tornar-se irreversível. Queda de cabelo devido a doenças infecciosas - doenças infecciosas com febre alta durando de 3 a 5 dias podem causar queda de cabelo difusa, que se surgem entre 75 e 90 dias após o episódio febril. Nestes casos, os cabelos nascem novamente, sem tratamento. Queda de cabelo devido a causas sistêmicas - pode ocorrer alopécia difusa em várias doenças que acometem o organismo como um todo: Lúpus eritematoso sistêmico, Dermatomiosite, Anemia ferropriva, Doenças carenciais e debilitantes, Diabetes, Hipertiroidismo, Hipotiroidismo,Doença de Addison. Alopécia feminina difusa - Este tipo de queda de cabelo apresenta diminuição de cabelos nas regiões fronto-parietais, de modo difuso, persistindo cabelos mais curtos e afilados; a pele perde parte da elasticidade, podendo ser acompanhada de seborréia.Em geral a queda está associada a perturbações hormonais, com aumento da progesterona, menopausa, ou pelo uso de injeções de andrógenos com fim de tratamento de outro distúrbio. O diagnóstico é realizado pelo médico, que geralmente solicita exames de dosagens hormonais. Calvície (alopecia seborréica) - Este tipo de queda de cabelo é mais comum no homem. A queda inicia-se nas regiões fronto-parietais e/ou no vértice, podendo progredir e atingir toda a parte central do couro cabeludo. Frequentemente encontra-se seborreia do couro cabeludo, ou seja, aumento de oleosidade. Geralmente é tanto mais grave quanto mais precoce é o início da queda de cabelo. Em mulher a alopécia atinge principalmente a parte central do couro cabeludo e excepcionalmente ocorre a perda total dos cabelos. Muito mais rara.
CAUSA: Podem ser devidas a doenças que evoluem para atrofias ou cicatrizes, tais como piodermites, paracoccidioidomicose, leishmaniose, tuberculose, sarcoidose, herpes zoster, linfomas, tumores, líquen plano, esclerodermia, lúpus eritematoso fixo, pseudopelada de Brocq e foliculite descalvante. Pode também ser hereditária.
PREVENÇÃO: Depende de cada tipo de alopécia. Ver tratamento.
SINTOMAS: Queda de cabelo em grande quantidade.
TRATAMENTO: Depende do tipo de alopecia. Alopécias cicatriciais: combater a doença para impedir a atrofia ou cicatriz. Na fase de sequela com atrofia, quando possível, pode-se fazer o implante de cabelos. Alopécia areata (pelada): tratar as possíveis causas, dando especial atenção aos distúrbios psíquicos e se necessário solicitar a colaboração do psiquiatra; medicações rubefacientes em aplicações diárias ou em dias alternados; medicamentos corticoides em solução ou pomada podem ser úteis. Queda de cabelo de causa mecânica: evitar situações que podem levar a perda. Queda de cabelo devido a doenças infecciosa: os cabelos nascem novamente, sem tratamento. Queda de cabelo de causas sistêmicas: geralmente combatendo a causa, os cabelos crescem novamente. Alopécia feminina difusa: depende do resultado das dosagens hormonais, podendo ter indicação o uso de preparados antiandrogênicos, associados a estrógenos, a fim de combater a desregulação hormonal. Calvície ou alopécia seborreica: o tratamento da calvície pode retardar ou interromper o processo, e quanto mais precoce o tratamento, melhor o resultado. Estão disponíveis - finasterida é um medicamento utilizado no tratamento da calvície com bons resultados na interrupção da queda e no fortalecimento de capilar; minoxidil para uso local em loções com resultados favoráveis, porém tem que ser usado por vários meses (3-4 meses); para o tratamento da seborreia, recomenda-se o uso de sabonetes sulfurosos, xampus à base de coaltar, zinco ou cetoconazol.
Fonte:
CAUSA: Podem ser devidas a doenças que evoluem para atrofias ou cicatrizes, tais como piodermites, paracoccidioidomicose, leishmaniose, tuberculose, sarcoidose, herpes zoster, linfomas, tumores, líquen plano, esclerodermia, lúpus eritematoso fixo, pseudopelada de Brocq e foliculite descalvante. Pode também ser hereditária.
PREVENÇÃO: Depende de cada tipo de alopécia. Ver tratamento.
SINTOMAS: Queda de cabelo em grande quantidade.
TRATAMENTO: Depende do tipo de alopecia. Alopécias cicatriciais: combater a doença para impedir a atrofia ou cicatriz. Na fase de sequela com atrofia, quando possível, pode-se fazer o implante de cabelos. Alopécia areata (pelada): tratar as possíveis causas, dando especial atenção aos distúrbios psíquicos e se necessário solicitar a colaboração do psiquiatra; medicações rubefacientes em aplicações diárias ou em dias alternados; medicamentos corticoides em solução ou pomada podem ser úteis. Queda de cabelo de causa mecânica: evitar situações que podem levar a perda. Queda de cabelo devido a doenças infecciosa: os cabelos nascem novamente, sem tratamento. Queda de cabelo de causas sistêmicas: geralmente combatendo a causa, os cabelos crescem novamente. Alopécia feminina difusa: depende do resultado das dosagens hormonais, podendo ter indicação o uso de preparados antiandrogênicos, associados a estrógenos, a fim de combater a desregulação hormonal. Calvície ou alopécia seborreica: o tratamento da calvície pode retardar ou interromper o processo, e quanto mais precoce o tratamento, melhor o resultado. Estão disponíveis - finasterida é um medicamento utilizado no tratamento da calvície com bons resultados na interrupção da queda e no fortalecimento de capilar; minoxidil para uso local em loções com resultados favoráveis, porém tem que ser usado por vários meses (3-4 meses); para o tratamento da seborreia, recomenda-se o uso de sabonetes sulfurosos, xampus à base de coaltar, zinco ou cetoconazol.
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Fonte:
Dermatologia/Pele
| Tire suas dúvidas sobre a toxina botulínica (Botox®) O que é a toxina botulínica? É a toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum. A substância, inicialmente utilizada pela Oftalmologia e Neurologia, para tratamento de desvios musculares, há alguns anos passou a ser utilizada na Dermatologia para a correção das rugas dinâmicas com ótimos resultados. O que são rugas dinâmicas? As rugas dinâmicas, ou rugas de expressão, são aquelas provocadas pela contração muscular da mímica facial, que leva, ao longo do tempo, à formação de vincos na pele. Como funciona? A toxina botulínica atua impedindo a contração dos músculos faciais que dão origem às rugas. Com o relaxamento da musculatura as rugas atenuam-se. Onde pode ser utilizado? Os principais locais da face onde pode ser utilizado são a região frontal (testa), a glabela (entre os supercílios) e região peri-orbitária ("pés de galinha"). Como é feito o procedimento? A toxina é injetada diretamente no músculo responsável pela formação da ruga, com utilização de uma agulha bem fina. Dói para aplicar? Por ser injetado com uma agulha muito fina, a maioria dos pacientes relata que é perfeitamente suportável a sensação da picada. Alguns nem a sentem. Pessoas mais sensíveis podem utilizar um creme anestésico, aplicado 60 minutos antes do procedimento, para atenuar o incômodo. Em quanto tempo o efeito ocorre? O efeito é observado nas primeiras 48 horas e aumenta gradativamente nos 10 a 15 dias subsequentes à aplicação, quando se estabiliza. Qual a duração do efeito? O efeito do tratamento dura cerca de 4 meses, sendo então necessária uma nova aplicação para a manutenção dos resultados. Este tempo pode variar de acordo com cada pessoa. O procedimento pode ser repetido diversas vezes e, com a continuidade do tratamento, a duração do efeito tende a aumentar. Pode ser reaplicado de quanto em quanto tempo? O intervalo mínimo entre 2 aplicações de toxina botulínica deve ser de pelo menos 30 dias, caso contrário o organismo pode desenvolver anticorpos contra a toxina, diminuindo o seu efeito. O tratamento com a toxina botulínica deixa a pessoa sem expressão? Quando o procedimento é realizado sem exagero, tratando os grupamentos musculares que produzem mais rugas, a expressão da pessoa não é afetada. Vale a pena lembrar que nem todas as pessoas formam "pés de galinha" ao sorrir e nem por isso seu sorriso é inexpressivo. |
A exposição ao sol atrapalha?
Não há evidências de que os raios solares interfiram no tratamento com a toxina botulínica. No entanto, lembre-se de que o sol é o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo, evite-o ao máximo.
Não há evidências de que os raios solares interfiram no tratamento com a toxina botulínica. No entanto, lembre-se de que o sol é o principal responsável pelo envelhecimento cutâneo, evite-o ao máximo.
Tem efeitos colaterais?
Não são conhecidas reações alérgicas à toxina botulínica, porém podem ocorrer efeitos colaterais transitórios como dor de cabeça após o procedimento ou a ptose palpebral (abaixamento da pálpebra superior). Outro efeito colateral possível, é a formação de pequena equimose (mancha roxa) no local das injeções.
Não são conhecidas reações alérgicas à toxina botulínica, porém podem ocorrer efeitos colaterais transitórios como dor de cabeça após o procedimento ou a ptose palpebral (abaixamento da pálpebra superior). Outro efeito colateral possível, é a formação de pequena equimose (mancha roxa) no local das injeções.
Dermatologia.net
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